quarta-feira, 24 de junho de 2009

O (Pseudo) Intelectual:



Ao término de uma reportagem, que retratava os problemas sociais que o Brasil vem enfrentando, transmitida por um telejornal; um ser, humano e falante, vira para o intelectual e pergunta: "o que você acha disso?".
Eis a resposta:
-Analisando através de um prisma formado pelo conceito relativo de progresso de Lévi-Strauss, que afirma a máxima de Einstein que diz que "tudo é relativo", aliado à teoria foucaultiana, análoga ao empirismo de Hume, que contrastava com o racionalismo cartesiano...qual era a pergunta mesmo???

Por um mundo que responda (menos) nossas perguntas.

CONTRAPONTO:

Vasculhando meu cérebro achei uma opinião acerca dos achismos:
"Eu acho que os achismos são um grande empecilho para a evolução da humanidade."


A IRONIA TAMBÉM!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O Astronauta e o Neurocirurgião



Certo dia, um astronauta vira para um neurocirurgião e diz:
-Sabe, já fui várias vezes no céu e nunca vi um anjo sequer por lá.
O neurocirurgião respondeu:
-Eu já abri várias cabeças humanas e nunca vi um pensamento.

Artigo 1° da Constituição Fecal:



Todos os erros de português cometidos pelo jovem que vos escreve será relevado sob a escusa de LISSENSSA POÉTIQUA.

Afinal, herrar é umano.

sábado, 13 de junho de 2009

Prenúncio de um Conto Estranho



Era uma vez um Conto.
Um dia este Conto saiu contando por aí. Já passava do 150 quando deparou-se com a Conta. Foi amor à primeira vista.
O Conto olhou no seu bolso e constatou que tinha dinheiro para pagar a Conta.
O Conto não tinha muito dinheiro, por isso o dinheiro que sobrou ficou à conta para cobrir os gastos do seu casamento com a Conta.
Eram três os filhos do Conto com a Conta: a Crônica, pouco se sabe sobre ela; o Romance, belo e com um desfecho tão brilhante que ao sorrir podia cegar uma pessoa; e o Conto Estranho...

...

OFF: preCONCEITO racial (a Raça é humana lembra-se?)

por um mundo raciONal.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Como Escrever Bem



Certa vez, no ano de 2004, em que eu cursava a sétima série do ensino fundamental, eu tive a brilhante idéia (assim mesmo, com acento) que a partir daquele momento eu iria "falar corretamente", isto é, eu iria falar como se escreve.
Pobre de mim, poucos minutos depois já estava eu (depois de "errar" muito e passar uma borracha invisível em várias frases por mim pronunciadas) fazendo aspas com a mão a todo momento, pra dizer gírias e palavrões. Não me lembro bem quanto tempo eu resisti, com certeza menos de 30 minutos, até que frases inteiras eram ditas "entre aspas". Foi nesse momento que Priscila (minha prima) comentou: "daqui a pouco, ao acordar você vai abrir aspas, passar o dia todo falando "errado", e fechá-las antes de dormir". Nem cheguei a este estágio. Desisti antes. Percebi que pra mim era impssível falar "certo".
Peraí. Como pode ser? Não é possível! Como eu poderia estar falando (olha o gerúndismo aí gente!) errado?
Não. Eu não.
Eu, que fui criado por pessoas falantes da Língua Portuguesa, que converso todos os dias com pessoas, na rua, na escola, em casa, não sei falar "certo".
Calma aí, até hoje (quase) todas as pessoas com quem eu falei me COMPREENDERAM, mesmo eu não falando de acordo com a Gramática Normativa. Então eu estava falando certo!


PS: Hoje, ao ingressar na universidade, me deparei com aquilo que eu tinha descoberto (salve Carlos Drummond de Andrade, ou melhor, salve todos os brasileiros) um pouco antes, tendo uma noção de Linguística. Pra quem quiser ter esta noção, indico o livro "Preconceito Linguístico" do autor Marcos Bagno.

PS2: Ainda não comprei... ¬¬'

PS3: Também não... ¬¬"

PS4: Você que leu (!) até aqui, já deve ter percebido que eu posso até saber falar, mas escrever...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Que Queres Tu?



Seres humanos,
Tão inteligentes e tão insanos.
Perfeição?
É o que sempre procuramos
Mas infelizmente, ou felizmente,
Nunca a encontramos.
Por quê?
Não sabemos o que queremos
Por isso nos contradizemos.
Todos querem o que para si é perfeito,
Mas quando o conseguimos, tudo muda de conceito.
Quem gostava do branco agora prefere o preto.
E quem adorava o bonito, ama o feio.
O que era pesadelo hoje é o que se sonha.
Essa é a eterna contradição humana.

(Felipe P. de Aquino, com a ajuda de seu [eterno] amigo Wallace Sangi)